Categoria "EaD"

Design ou Designer, você sabe a diferença?

Em 27.06.2016   Arquivado em Design Educacional, design gráfico, EaD

Muitas pessoas ainda confundem os termos DESIGN e DESIGNER.

Para esclarecer as diferenças, vamos às explicações:

Design > é a concepção de um produto; processo técnico e criativo ligado à uma configuração.

Designer > é o profissional habilitado a realizar o trabalho de design de caráter técnico-científico, criativo e artístico.

Explicando melhor, designer sempre será o profissional responsável por realizar o design.

design designer

Na EaD, isto serve tanto para Design Educacional, que é o desenho educacional de um curso virtual executado pelo designer educacional, quanto para o Design Gráfico, que é o desenho de um projeto gráfico realizado pelo designer gráfico ou web designer.

Quer saber mais sobre o que estes profissionais fazem?! Aguarde os próximos posts!

Dobradinha de eventos EaD!

Em 02.04.2016   Arquivado em Coruja EaD, EaD, Eventos

Já vai se preparando! Em abril teremos dois eventos ótimos e consecutivos sobre EaD: Moodle Moot e EaD: o futuro da arte!

dobradinha

O Moodle Moot é um evento gratuito e será realizado nos dias 28 e 29 de abril na Universidade Mackenzie em São Paulo.
E essa 12ª edição promete, pois comemorará 10 anos de Moodle! E sabe quem vem? Martin Dougiamas, o criador do Moodle e vários outros convidados ilustres! Acesse o site para se inscrever e saber mais:https://www.moodlebrasil.org/

E aí pra continuar no assunto sobre EaD, no sábado, dia 30/04, também em São Paulo, a Artesanato Educacional promoverá a VI Jornada EaD: o futuro da arte com João Mattar e diversos convidados!
Se inscreva no site: http://eadfa6.blogspot.com.br/

Fala sério, né?! Não dá pra perder mesmo!
Bora encontrar lá?!

Interatividade ou interação? Eis a Questão!

Em 17.03.2016   Arquivado em Coruja EaD, EaD, interatividade interação

banner interatividade

Quem nunca se confundiu com essas duas palavras que atire a primeira pedra!

E, por isso, nossa missão hoje é “desconfundir” e não te deixar esquecer mais!

De acordo com o dicionário, essas palavras possuem os seguintes significados:

Interação: Ação que se exerce mutuamente entre duas ou mais coisas, ou duas ou mais pessoas, etc.

Interatividade: 1. Caráter ou condição de interativo. 2. Capacidade (de um equipamento, sistema de comunicação ou de computação, etc.) de interagir ou permitir interação.

Mas vamos explicar melhor…

menina telefone

 

 

Interação será sempre relacionada às relações humanas.

Ao se relacionar com outro humano, você fala, ouve, argumenta.

Quando você participa daquele programa de rádio ou TV pelo telefone, dizemos houve interação entre o apresentador e o telespectador.

 

 

 

video

 

Interatividade (Interagir ativamente) será sempre relacionada às relações homem-máquina.

Então quando você utiliza um caixa eletrônico, joga um videogame, assiste a um vídeo pelo celular, significa que você está interagindo com a máquina, ou seja, você dá um comando e ela responde, vocês trocam ações.

Um curso a distância promove interação no momento que ele proporciona a troca entre pessoas, professores e alunos, alunos e alunos ou tutor e alunos.

Já um curso a distância que possui interatividade ou é considerado interativo, é aquele que o aluno poderá clicar em um determinado item e ter uma resposta deste comando, através da interface gráfica.

 

 

Então, para finalizar e destacar:

A interação é social.

A interatividade é digital.

Aprendeu a diferença? Que tal compartilhar com os amigos esse novo aprendizado?

Semana da EaD!

Em 24.11.2015   Arquivado em EaD, fanpage da Coruja EaD

1-dia

Para comemorar o Dia Nacional da EaD, a fanpage da Coruja EaD vai bombar!

Por isso, pra não correr o risco de ficar de fora, deixe a página como sua favorita na sua timeline!

Veja abaixo como fazer:
favoritos

Corre lá e não deixa de participar, hein?!

Educação a Distância sem crase, por favor!

Em 18.11.2015   Arquivado em EaD, Expressões da EaD

educação-a-distância

Qual a sua percepção de um serviço quando a divulgação está com erros de ortografia ou de grafia?

É difícil de engolir, né?!

Muitas vezes percebemos que estes erros se devem ao fato de haver uma escrita apressada e não revista ou por falta de pesquisa sobre a maneira correta.

E o resultado disso é cair em descrédito pelo público. Na maioria das vezes, por um simples errinho.

A mesma coisa acontece quando uma empresa de educação, fornece um serviço de “educação à distância”. Fuéén!!!

Quantas vezes já não vimos esta forma de escrita? São placas, faixas, outdoors, folders, imagens bonitinhas…

Mas está errado! E é necessário aprendermos de uma vez por todas e compartilharmos essa informação com nossos colegas, professores, coordenadores de curso e até chefe! Por que não?!

Já que estamos nesse mundo tecnológico, que ele seja perspicaz e exato!

ead-sem-crase

Então, meus amores, o correto é Educação a Distância. Sem crase. E não é só educação que é a distância…é curso a distância, ensino a distância, aula a distância, graduação a distância…

E a explicação pra isso?!

Segundo a gramática, a expressão “a distância” só pode ter crase se tiver a formação de locução prepositiva “à distância de”. Se não tiver essa formação, não pode ter crase.

Ou seja, se a frase for: “O brinquedo estava à distância de 1 metro da criança”, vai ter crase!

Agora, se a frase for: “A mãe vigiava a criança a distância”, não vai ter crase…

Explicando melhor ainda: Se a palavra distância estiver especificada, como na primeira frase (1 metro), deve-se usar a crase. Já na segunda frase, como não há especificação da distância, não deve usar.

Simples assim!

Pronto! Se até hoje você escrevia de forma incorreta, chegou a hora de mudar!

Ao infinito e além (do conhecimento)!!!

8 DICAS PARA PRODUZIR MATERIAIS EM PDF DE QUALIDADE NA EAD

Em 15.06.2015   Arquivado em EaD

post-pdf

Para que o conteúdo de um curso virtual seja apresentado de forma agradável para o aluno, é preciso que a produção seja feita de maneira minuciosa. Não é somente colocar o conteúdo pronto em uma plataforma online. É preciso planejar como ele será apresentado e de que forma isso irá acontecer, ou seja, quais ferramentas serão necessárias.

Um curso virtual pode ser ofertado em vários formatos. Ele pode ser composto somente de videoaulas, de telas com conteúdo ou de conteúdos em PDF, ou pode conter todas essas ferramentas juntas, mas cada uma com sua utilidade e no que lhe couber melhor.

Nesse post falaremos então da utilização do conteúdo em PDF que muitas vezes é peça chave na produção de um curso virtual, mas que na maioria, não é merecedor da atenção de quem o produz.

O “conteúdo em PDF” ou “arquivo em PDF”, como é popularmente conhecido, muitas vezes serve para complementar o conteúdo que já foi apresentado no formato de telas ou videoaulas ou até mesmo para conter de forma escrita toda a aula que foi apresentada nos outros formatos.

Dessa forma, este tipo de material oferece ao aluno a possibilidade de impressão e de arquivamento em seu computador.

Portanto, é de se saber que não podemos simplesmente transformar o arquivo de Word em PDF. Ele também é parte essencial do curso e deve ser produzido com o mesmo cuidado que qualquer outro material e é preciso que haja o mesmo trabalho conjunto de toda a equipe de produção.

Trouxemos então algumas dicas para reflexão ou para te ajudar na produção do seu arquivo em PDF na EaD:

1 – Releia todo o conteúdo

Muitas vezes o conteúdo que é escrito para ser colocado em telas é transformado em material para impressão. Mas acabamos nos esquecendo das frases que não cabem em uma página sem cliques, como “Clique abaixo”, “Veja na próxima tela”, etc.

Além disso, a diagramação de uma tela também pode ser diferente de uma página na distribuição das imagens e gráficos. O que estava “ao lado”, pode agora estar “abaixo”. O conteúdo precisa passar credibilidade desde o momento em que foi feito.

2 – Continue dando destaques

O conteúdo que estará em páginas, também merece destaques. O Designer Gráfico pode criar caixas com destaques de textos que são importantes na leitura do conteúdo. Permaneça também com os negritos.

3 – Não se esqueça dos cabeçalhos, rodapés e marca d’água

Todo o conteúdo foi trabalhado para que chegasse às mãos dos alunos, por isso, ele deve ser valorizado. Depois de um tempo, ao abrir o arquivo, o aluno pode não se lembrar de onde surgiu aquele conteúdo tão interessante. Assim, é importante que haja no cabeçalho o nome do curso, do módulo, unidade, que o conteúdo pertence. E junto, pode ter a logo da empresa ou instituição que o ofereceu.

A Marca d’água também é necessária para evitar plágio do conteúdo. Ela pode ser discreta e não deve dificultar a leitura.

Ainda para evitar plágios, no rodapé, pode-se colocar um aviso que o conteúdo foi escrito pela empresa ou instituição, não permitindo cópias sem autorização.

4 – Preze pela Estética e Identidade Visual

Como já dissemos anteriormente e voltamos a repetir, é preciso que a leitura do material seja agradável. Logo, é preciso que a Identidade Visual do curso e a estética sejam consideradas.

Deve haver algumas padronizações, como: os títulos e subtítulos podem ter a mesma fonte, cor e tamanho. Os destaques de atenção, por exemplo, podem ser apresentados com o mesmo ícone. As imagens podem ter o mesmo tamanho e o mesmo tipo de borda, entre outros.

5 – O arquivo tem nome

Esta dica é imprescindível e foi por causa dela que este post foi idealizado.

Quando criamos um “material em PDF” salvamos no computador com nomes que às vezes fazem parte dos trâmites de produção e acabamos nos esquecendo de alterar ao disponibilizar para o aluno.

Por isso, muitas vezes encontramos arquivos desse tipo com nomes de: Mod3_V2, Introd, M4_U2_S2-atual, v6_n1_a2001…

Aí que também podemos perder nossa credibilidade no que foi produzido.

É importante que o aluno saiba do que se trata o arquivo até mesmo antes de abri-lo em seu computador e para facilitar quando for procurar onde o salvou ao realizar o download.

Deixe então o mais claro possível do que se trata no nome do arquivo. Claro que deve ser levado em conta também o tamanho do nome. Seja objetivo.

6 – Que tal uma capa?

Indicamos o uso de capas para materiais completos, como por exemplo, todo o conteúdo da unidade ou algum manual.

Não é necessário o uso de capas em textos complementares sucintos que são abertos dentro de um conteúdo em tela.

7 – Para imprimir

Muitas pessoas ainda preferem imprimir o material e tê-los em mão do que realizar a leitura na tela do computador.

Por isso, pense no meio ambiente e no quanto as pessoas gastariam com a impressão. Economize no tamanho das imagens e tabelas para que, assim, não seja gasto muito papel.

Verifique também se o público-alvo possui condições de ter gastos com impressão. Se não, as cores no material podem ser poupadas para que possa ser impresso no modo preto e branco.

8 – Revise, revise e revise

Escreveu? Revise.

Alterou? Revise.

Por mais que tenhamos lido um milhão de vezes o mesmo texto, sempre que ele passar por alguma alteração ou atualização é extremamente necessária a revisão, seja ela textual ou de qualidade final.

Essas foram nossas dicas para uma produção de qualidade de conteúdo em PDF.

E você, acrescentaria algo?! Fique à vontade para comentar!

CINE-CORUJA: A EDUCAÇÃO PROIBIDA

Em 09.06.2015   Arquivado em Cine-Coruja!, EaD

eduproibida

Atualmente temos acompanhado diversas discussões em torno do modelo educacional arcaico ainda presente nas escolas tradicionais, nas quais encontramos alunos desanimados e desmotivados.

Pensando nisso, para o mês de Junho, sugerimos este documentário tão importante para conhecimento de todos: pais, professores, diretores, donos de instituições e alunos!

O documentário A Educação Proibida (La Educación Prohibida) foi feito em 2012, por um grupo de jovens, estudantes de cinema, com o intuito de questionar o modelo atual da educação que permanece há 200 anos e apresentar as novas possibilidades de uma escola livre que respeita o processo de aprendizagem de cada aluno.

O filme foi feito sem fins lucrativos e financiado coletivamente por diversos co-produtores.

Nele, são apresentadas cenas fictícias e entrevistas com mais de 90 educadores de 8 países, com diferentes perspectivas alternativas educacionais que utilizam alguns dos princípios pedagógicos do Método Montessori, Pestalozzi, Freinet; Pedagogia Waldorf (Rudolf Steiner), Pedagogia Crítica, Sistêmica, Liberadora de Paulo Freire, Logosófica; Educação Personalizada; Escola Livre e Escola Ativa; entre outras.

No site oficial, você tem acesso ao documentário com várias legendas disponíveis, com possibilidade de download e toda a história do projeto (em espanhol).

Veja o trailer abaixo:

Chame a família e os amigos para assistir no fim de semana com bastante pipoca e abra para discussões ao final.

É sempre bom falar de educação!

Ah, fique à vontade para trazer nos comentários o que foi discutido, para que possamos conversar também!

Bom filme!

PROMOVEAD (NÓS FOMOS!)

Em 02.06.2015   Arquivado em EaD

brinde-sementes

Nos dias 28 e 29 de maio, aconteceu na UFMG, o primeiro PromovEaD com o objetivo de discutir sobre a visibilidade da EaD pública no Brasil. Neste evento, estavam presentes os coordenadores e profissionais de comunicação dos centros de apoio das instituições públicas de ensino superior que ofertam cursos na modalidade EaD e do público em geral interessado no assunto.

A Coruja EaD participou do evento e levou para os participantes um pequeno mimo com sementes de Uva-Japonesa (Pau Doce), vindas do Tudo Muda!

ILUSTRAÇÕES DEIXAM OS CURSOS VIRTUAIS INFANTIS?

Em 13.04.2015   Arquivado em EaD, Ilustração

Ilustração

Sabe aquela propaganda de escovas de dente que passa na tv com uma animação explicando como ela limpa os dentes removendo toda a sujeira, alcançando até os locais mais difíceis e que ainda serve pra escovar a língua?

Pois então, imagine se ela fosse exibida de outra forma mais realista, talvez com vídeos de pessoas escovando os dentes e mostrando por dentro de suas bocas, ou com a utilização de microscópio… Será que a marca conseguiria passar melhor a informação assim? Você como consumidor, se sentiria mais atraído?

As propagandas com esse tipo de abordagem não são destinadas às crianças, pelo contrário, a maioria se remete aos adultos.

A utilização da animação ilustrada, portanto, não serve para infantilizar e, sim, para conseguir explicar algo da realidade e ser mais bem compreendida. Veja:

Outro exemplo disso é a utilização de ilustrações estáticas. Em sites de moda, as mulheres gostam de ver ilustrações de modelos femininas explicando os tipos de corpo. Não quer dizer que as ilustrações ali infantilizam a mulher que acessa o site. Elas até consideram que as ilustrações são melhores do que fotos de pessoas reais, pois pode ser que a forma apresentada não conseguiu dar a visão da explicação ou a pessoa pode não ter a estatura da modelo e gerar dúvidas. Por isso, a ilustração também apresenta uma forma mais genérica de explicação.

corpos

Assim também acontece nos cursos virtuais, a utilização de uma animação, ícones ou metáforas servem para abordar uma realidade para que seja mais bem compreendida pelo aluno. As ilustrações, além de tornar o curso mais prazeroso, proporcionam a eles a aplicação do que está sendo explicado em seus estudos e em seu cotidiano.

Além disso, há também a utilização de personagens. Quem não gosta de ser desenhado? Não é à toa que sempre há filas enormes quando tem algum ilustrador oferecendo seu serviço de desenhar caricaturas. As pessoas gostam de se ver em algo e é por isso que os cursos virtuais abusam da utilização de personagens humanos, para que o aluno possa “se ver” no curso, se imaginar na situação ou ser guiado por alguém como ele.

Claro que deve haver cautelas na utilização das ilustrações. Devemos nos atentar sempre para qual público e sobre qual tema o curso virtual está sendo produzido. Não vamos ilustrar uma nota de 50 reais com dois olhinhos e boquinha falando e guiando um curso para economistas, por exemplo. Mas não quer dizer que devemos somente utilizar aquelas imagens típicas de banco de imagens com calculadoras, caneta, papel e gráficos. Tudo é questão de equilíbrio! Podemos utilizar a ilustração de ícones representando essas imagens e isso não vai dar tom infantil ao curso.

Na hora de produzir um curso virtual, é preciso então que haja bastante criatividade e bom senso, tanto do designer educacional que irá criar o roteiro, quanto do ilustrador.

A partir de agora, comece a observar ao seu redor o quanto as ilustrações são utilizadas e se elas remetem um tom infantil. Observe também se os cursos produzidos pela sua empresa estão muito engessados somente com imagens para não trazer o tom de infantilização ou o contrário, se há ilustrações demais que podem contribuir para essa sensação aos alunos.