8 DICAS PARA PRODUZIR MATERIAIS EM PDF DE QUALIDADE NA EAD

Em 15.06.2015   Arquivado em EaD

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Para que o conteúdo de um curso virtual seja apresentado de forma agradável para o aluno, é preciso que a produção seja feita de maneira minuciosa. Não é somente colocar o conteúdo pronto em uma plataforma online. É preciso planejar como ele será apresentado e de que forma isso irá acontecer, ou seja, quais ferramentas serão necessárias.

Um curso virtual pode ser ofertado em vários formatos. Ele pode ser composto somente de videoaulas, de telas com conteúdo ou de conteúdos em PDF, ou pode conter todas essas ferramentas juntas, mas cada uma com sua utilidade e no que lhe couber melhor.

Nesse post falaremos então da utilização do conteúdo em PDF que muitas vezes é peça chave na produção de um curso virtual, mas que na maioria, não é merecedor da atenção de quem o produz.

O “conteúdo em PDF” ou “arquivo em PDF”, como é popularmente conhecido, muitas vezes serve para complementar o conteúdo que já foi apresentado no formato de telas ou videoaulas ou até mesmo para conter de forma escrita toda a aula que foi apresentada nos outros formatos.

Dessa forma, este tipo de material oferece ao aluno a possibilidade de impressão e de arquivamento em seu computador.

Portanto, é de se saber que não podemos simplesmente transformar o arquivo de Word em PDF. Ele também é parte essencial do curso e deve ser produzido com o mesmo cuidado que qualquer outro material e é preciso que haja o mesmo trabalho conjunto de toda a equipe de produção.

Trouxemos então algumas dicas para reflexão ou para te ajudar na produção do seu arquivo em PDF na EaD:

1 – Releia todo o conteúdo

Muitas vezes o conteúdo que é escrito para ser colocado em telas é transformado em material para impressão. Mas acabamos nos esquecendo das frases que não cabem em uma página sem cliques, como “Clique abaixo”, “Veja na próxima tela”, etc.

Além disso, a diagramação de uma tela também pode ser diferente de uma página na distribuição das imagens e gráficos. O que estava “ao lado”, pode agora estar “abaixo”. O conteúdo precisa passar credibilidade desde o momento em que foi feito.

2 – Continue dando destaques

O conteúdo que estará em páginas, também merece destaques. O Designer Gráfico pode criar caixas com destaques de textos que são importantes na leitura do conteúdo. Permaneça também com os negritos.

3 – Não se esqueça dos cabeçalhos, rodapés e marca d’água

Todo o conteúdo foi trabalhado para que chegasse às mãos dos alunos, por isso, ele deve ser valorizado. Depois de um tempo, ao abrir o arquivo, o aluno pode não se lembrar de onde surgiu aquele conteúdo tão interessante. Assim, é importante que haja no cabeçalho o nome do curso, do módulo, unidade, que o conteúdo pertence. E junto, pode ter a logo da empresa ou instituição que o ofereceu.

A Marca d’água também é necessária para evitar plágio do conteúdo. Ela pode ser discreta e não deve dificultar a leitura.

Ainda para evitar plágios, no rodapé, pode-se colocar um aviso que o conteúdo foi escrito pela empresa ou instituição, não permitindo cópias sem autorização.

4 – Preze pela Estética e Identidade Visual

Como já dissemos anteriormente e voltamos a repetir, é preciso que a leitura do material seja agradável. Logo, é preciso que a Identidade Visual do curso e a estética sejam consideradas.

Deve haver algumas padronizações, como: os títulos e subtítulos podem ter a mesma fonte, cor e tamanho. Os destaques de atenção, por exemplo, podem ser apresentados com o mesmo ícone. As imagens podem ter o mesmo tamanho e o mesmo tipo de borda, entre outros.

5 – O arquivo tem nome

Esta dica é imprescindível e foi por causa dela que este post foi idealizado.

Quando criamos um “material em PDF” salvamos no computador com nomes que às vezes fazem parte dos trâmites de produção e acabamos nos esquecendo de alterar ao disponibilizar para o aluno.

Por isso, muitas vezes encontramos arquivos desse tipo com nomes de: Mod3_V2, Introd, M4_U2_S2-atual, v6_n1_a2001…

Aí que também podemos perder nossa credibilidade no que foi produzido.

É importante que o aluno saiba do que se trata o arquivo até mesmo antes de abri-lo em seu computador e para facilitar quando for procurar onde o salvou ao realizar o download.

Deixe então o mais claro possível do que se trata no nome do arquivo. Claro que deve ser levado em conta também o tamanho do nome. Seja objetivo.

6 – Que tal uma capa?

Indicamos o uso de capas para materiais completos, como por exemplo, todo o conteúdo da unidade ou algum manual.

Não é necessário o uso de capas em textos complementares sucintos que são abertos dentro de um conteúdo em tela.

7 – Para imprimir

Muitas pessoas ainda preferem imprimir o material e tê-los em mão do que realizar a leitura na tela do computador.

Por isso, pense no meio ambiente e no quanto as pessoas gastariam com a impressão. Economize no tamanho das imagens e tabelas para que, assim, não seja gasto muito papel.

Verifique também se o público-alvo possui condições de ter gastos com impressão. Se não, as cores no material podem ser poupadas para que possa ser impresso no modo preto e branco.

8 – Revise, revise e revise

Escreveu? Revise.

Alterou? Revise.

Por mais que tenhamos lido um milhão de vezes o mesmo texto, sempre que ele passar por alguma alteração ou atualização é extremamente necessária a revisão, seja ela textual ou de qualidade final.

Essas foram nossas dicas para uma produção de qualidade de conteúdo em PDF.

E você, acrescentaria algo?! Fique à vontade para comentar!

CINE-CORUJA: A EDUCAÇÃO PROIBIDA

Em 09.06.2015   Arquivado em Cine-Coruja!, EaD

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Atualmente temos acompanhado diversas discussões em torno do modelo educacional arcaico ainda presente nas escolas tradicionais, nas quais encontramos alunos desanimados e desmotivados.

Pensando nisso, para o mês de Junho, sugerimos este documentário tão importante para conhecimento de todos: pais, professores, diretores, donos de instituições e alunos!

O documentário A Educação Proibida (La Educación Prohibida) foi feito em 2012, por um grupo de jovens, estudantes de cinema, com o intuito de questionar o modelo atual da educação que permanece há 200 anos e apresentar as novas possibilidades de uma escola livre que respeita o processo de aprendizagem de cada aluno.

O filme foi feito sem fins lucrativos e financiado coletivamente por diversos co-produtores.

Nele, são apresentadas cenas fictícias e entrevistas com mais de 90 educadores de 8 países, com diferentes perspectivas alternativas educacionais que utilizam alguns dos princípios pedagógicos do Método Montessori, Pestalozzi, Freinet; Pedagogia Waldorf (Rudolf Steiner), Pedagogia Crítica, Sistêmica, Liberadora de Paulo Freire, Logosófica; Educação Personalizada; Escola Livre e Escola Ativa; entre outras.

No site oficial, você tem acesso ao documentário com várias legendas disponíveis, com possibilidade de download e toda a história do projeto (em espanhol).

Veja o trailer abaixo:

Chame a família e os amigos para assistir no fim de semana com bastante pipoca e abra para discussões ao final.

É sempre bom falar de educação!

Ah, fique à vontade para trazer nos comentários o que foi discutido, para que possamos conversar também!

Bom filme!

PROMOVEAD (NÓS FOMOS!)

Em 02.06.2015   Arquivado em EaD

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Nos dias 28 e 29 de maio, aconteceu na UFMG, o primeiro PromovEaD com o objetivo de discutir sobre a visibilidade da EaD pública no Brasil. Neste evento, estavam presentes os coordenadores e profissionais de comunicação dos centros de apoio das instituições públicas de ensino superior que ofertam cursos na modalidade EaD e do público em geral interessado no assunto.

A Coruja EaD participou do evento e levou para os participantes um pequeno mimo com sementes de Uva-Japonesa (Pau Doce), vindas do Tudo Muda!

CINE-CORUJA: TEMPLE GRANDIN

Em 10.05.2015   Arquivado em Cine-Coruja!

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Todo mês, nós fazemos questão de trazer pra você, aqui no blog, sugestões de filmes encantadores sobre educação, criatividade, tecnologia, inovação…essas coisas que gente antenada gosta, sabe como é?!

E pra começar, nada mais, nada menos do que “Temple Grandin”!

Este filme conta a história verídica de Temple Grandin, uma mulher com autismo que revolucionou as práticas para o tratamento racional de animais em fazendas e abatedouros.

Sua mãe, mesmo com a recomendação médica de interna-la em uma instituição psiquiátrica, insiste sempre em proporcionar-lhe uma educação formal. Em uma escola para crianças superdotadas, é encorajada por seu professor de Ciências, que percebe seu talento em “pensar em imagens e conecta-las”, e a incentiva a prosseguir sua educação em uma universidade. E foi visitando a fazenda de sua tia Ann no Arizona em 1966, que Temple inicia seu primeiro contato com animais, que influenciariam sua vida e carreira. Veja o trailer oficial:

O filme nos faz refletir sobre como devemos valorizar a personalidade de cada aluno, incentivando-o cada vez mais e sempre confiando no seu potencial.

Se você amar a história do filme e queira saber mais sobre a Temple Grandin da vida real, ela faz uma palestra bem interessante no TED sobre a necessidade que o mundo tem de todos os tipos de mentes.

Você pode assistir por aqui mesmo:

Deixe nos comentários sua opinião sobre o filme! E caso conheça algum outro que seja interessante e queira compartilhar, fique à vontade!

EVENTO: PROMOVEAD UFMG

Em 20.04.2015   Arquivado em Eventos

promovead

 

O Centro de Apoio à Educação a Distância (CAED/UFMG) realizará, nos dias 28 e 29 de maio de 2015, a primeira edição do PromovEaD – Discutindo a visibilidade da EaD Pública no Brasil: Encontro dos coordenadores e dos profissionais de comunicação dos centros de apoio das instituições públicas de ensino superior ofertantes de cursos na modalidade EaD.

O evento, de caráter nacional, acontecerá em Belo Horizonte e abordará a importância das estratégias da comunicação para a divulgação da educação a distância pública no país através de atividades programadas: debates, apresentações de trabalhos, apresentações de boas práticas e criação de uma comunidade.

Serão aceitas submissões de trabalhos até o dia 24/04 e as inscrições para ouvinte serão até o dia 8 de maio.

Acesse a página do evento através deste link e se inscreva!

Nos encontramos lá!

ILUSTRAÇÕES DEIXAM OS CURSOS VIRTUAIS INFANTIS?

Em 13.04.2015   Arquivado em EaD, Ilustração

Ilustração

Sabe aquela propaganda de escovas de dente que passa na tv com uma animação explicando como ela limpa os dentes removendo toda a sujeira, alcançando até os locais mais difíceis e que ainda serve pra escovar a língua?

Pois então, imagine se ela fosse exibida de outra forma mais realista, talvez com vídeos de pessoas escovando os dentes e mostrando por dentro de suas bocas, ou com a utilização de microscópio… Será que a marca conseguiria passar melhor a informação assim? Você como consumidor, se sentiria mais atraído?

As propagandas com esse tipo de abordagem não são destinadas às crianças, pelo contrário, a maioria se remete aos adultos.

A utilização da animação ilustrada, portanto, não serve para infantilizar e, sim, para conseguir explicar algo da realidade e ser mais bem compreendida. Veja:

Outro exemplo disso é a utilização de ilustrações estáticas. Em sites de moda, as mulheres gostam de ver ilustrações de modelos femininas explicando os tipos de corpo. Não quer dizer que as ilustrações ali infantilizam a mulher que acessa o site. Elas até consideram que as ilustrações são melhores do que fotos de pessoas reais, pois pode ser que a forma apresentada não conseguiu dar a visão da explicação ou a pessoa pode não ter a estatura da modelo e gerar dúvidas. Por isso, a ilustração também apresenta uma forma mais genérica de explicação.

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Assim também acontece nos cursos virtuais, a utilização de uma animação, ícones ou metáforas servem para abordar uma realidade para que seja mais bem compreendida pelo aluno. As ilustrações, além de tornar o curso mais prazeroso, proporcionam a eles a aplicação do que está sendo explicado em seus estudos e em seu cotidiano.

Além disso, há também a utilização de personagens. Quem não gosta de ser desenhado? Não é à toa que sempre há filas enormes quando tem algum ilustrador oferecendo seu serviço de desenhar caricaturas. As pessoas gostam de se ver em algo e é por isso que os cursos virtuais abusam da utilização de personagens humanos, para que o aluno possa “se ver” no curso, se imaginar na situação ou ser guiado por alguém como ele.

Claro que deve haver cautelas na utilização das ilustrações. Devemos nos atentar sempre para qual público e sobre qual tema o curso virtual está sendo produzido. Não vamos ilustrar uma nota de 50 reais com dois olhinhos e boquinha falando e guiando um curso para economistas, por exemplo. Mas não quer dizer que devemos somente utilizar aquelas imagens típicas de banco de imagens com calculadoras, caneta, papel e gráficos. Tudo é questão de equilíbrio! Podemos utilizar a ilustração de ícones representando essas imagens e isso não vai dar tom infantil ao curso.

Na hora de produzir um curso virtual, é preciso então que haja bastante criatividade e bom senso, tanto do designer educacional que irá criar o roteiro, quanto do ilustrador.

A partir de agora, comece a observar ao seu redor o quanto as ilustrações são utilizadas e se elas remetem um tom infantil. Observe também se os cursos produzidos pela sua empresa estão muito engessados somente com imagens para não trazer o tom de infantilização ou o contrário, se há ilustrações demais que podem contribuir para essa sensação aos alunos.

NOSSO BLOG!

Em 13.04.2015   Arquivado em Sobre o Blog

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Nosso site está quase pronto e passando por algumas adequações, mas ansiosos que somos, não aguentamos e já publicamos o blog da Coruja!

Aqui você poderá nos conhecer melhor e encontrar informações, dicas, notícias, curiosidades e textos de reflexão sobre esse mundo fantástico que é a Educação a Distância!

Fique à vontade para comentar e participar de nossas discussões!

Que se iniciem as postagens!

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